As 4 principais dicas de dentistas que cresceram superando a crise em 2015

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Crescer na crise

“Não deixe que o ministro da economia determine como será o seu ano de 2016”.

Se fosse possível ter certeza das principais ações que dentistas tomaram em 2015 para superar a crise e entrar em 2016 com melhores perspectivas, quais seriam essas ações? Pois bem, a melhor forma de saber é perguntando. Por isso, em dezembro de 2015 gravei um pequeno vídeo de boas festas para um grupo de dentistas que acompanho em meus treinamentos. Além de falar um pouco sobre o meu próprio ano, meus desafios, dificuldades e soluções encontradas, pedi para que fizessem o mesmo. Achei o resultado tão interessante que escrevi esse breve artigo, com as 4 principais dicas de dentistas que cresceram superando a crise de 2015, e que pode ser muito útil para quem aplica-las.

  • Reunir-se com a equipe: muitos relataram a importância que viram em se aproximar mais da equipe em reuniões para discutir as necessidades da clínica. “Insights e soluções simples saíram quando conversamos abertamente sobre a realidade e o que poderíamos fazer para superar”, afirmou uma das dentistas. Além disso, a maioria também relatou aumento de desempenho e comprometimento dos funcionários, que se sentiam mais estimulados e responsáveis pelos resultados esperados. Ah, a frequência ideal para essas reuniões é semanalmente, com duração de 15 a 20 minutos. Não é um espaço para lavar roupa suja, mas sim para focar em soluções. Ok?
  • Mensurar dados e buscar economizar: mensurar os gastos fixos, com energia, água e até materiais de limpeza, expondo esses custos em gráficos mensais ajuda a criar senso de economia. Acredite: uma luz desligada, um aparelho de ar sub utilizado e mesmo economias simples fazem uma baita diferença no fim do mês. A grande diferença é que ao expor os dados num mural, ou mesmo na parede da esterilização, as pessoas se tornam mais observadoras com as outras e consigo mesmo. O reflexo disso vai impactar também outros setores, você vai ver isso.
  • Atentar-se para o cliente e ouvi-lo: a rotina de atendimento tende a distorcer a conduta dos funcionários e dos dentistas, que passam a ignorar pequenos sinais que os clientes dão (isso é normal em qualquer empresa). “Por isso é preciso se esforçar para voltar sua atenção ao cliente, identificando por exemplo: se a água disponível está numa temperatura agradável, se revistas e a disposição da sala está confortável e, principalmente, se há algo mais: uma dica, uma ação, que o cliente pode nos falar”. Outra observação complementar é: “Você já percebeu se sua funcionária sorri um sorriso agradável quando recebe e seu cliente?” Segundo uma dentista de São Paulo, essa observação e mudança causou uma reação em cadeia positiva nos clientes dela. Eu, que escrevi esse artigo, só tenho que concordar com ela e reforçar que esse sorriso sincero e agradável causa no paciente um conforto enorme, tanto pelo acolhimento sentido quanto por uma reação presente em 100% das pessoas: nós gostamos que as pessoas gostem da gente.
  • Resiliência: errar e falhar faz parte do processo de melhoria. Ninguém vai acertar sempre, acostume-se a isso. Portanto sacuda a poeira e dê a volta por cima. Mais de 90% das respostas que recebi faziam referência direta ou indireta a necessidade de persistir nos objetivos.

Crises vem e vão. Independentemente de culpar o PT ou qualquer outro grupo de pessoas não tão legais, canalize suas energias, foco e fé em ações que vão beneficiar primeiramente os seus clientes – conforto, segurança, confiança e acolhimento são os benefícios mais valorizados pelos clientes. Para aqueles que pensam apenas no preço, acredite em mim: o preço só é relevante em duas situações, ou quando o cliente realmente não tem dinheiro nenhum (o que não é comum assim) e nem formas de crédito ou parcelamento, ou quando o cliente não percebe nenhum dos benefícios que eu citei antes. Essas são as duas situações onde o preço manda. Na primeira você não tem como atuar, não depende de você. Na segunda basta seguir as recomendações dos colegas aí de cima.

Obs: Em dezembro de 2014 eu postei um vídeo no facebook onde eu disse: Não deixei que o ministro da economia determine o seu 2015. Eu só preciso atualizar o final da frase.

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